terça-feira, 13 de novembro de 2012

Era uma vez eu, Verônica


Ontem fui ver o filme "Era uma vez eu, Verônica". Escolhi o filme pela atriz, Hermila Guedes, a mesma de "O céu de Suely". Chegando lá, vi que se tratava da pré-estreia do filme e não havia mais ingressos. Mesmo assim uma mulher fez a gentileza de colocar mais 4 cadeiras na sala, das quais a primeira eu ocupei. Ainda acabei conhecendo o diretor do filme, Marcelo Guedes. O filme é de uma pureza, as dificuldades da vida, de uma maneira brasileira, pelo ponto de vista do personagem da Hermila, uma psiquiatra em início de carreira. Chamo atenção para a edição de som com destaque para o barulho de carros retratando o stress da vida urbana. Tudo o que o cinema brasileiro tem de melhor atualmente!

Sinopse aqui http://www.soubh.com.br/plus/modulos/filme/ver.php?cdfilme=615&layout=soubh

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Diferenças entre tirar foto no modo automático e no manual


Modo automático (sem flash)

Modo manual 1/80s - F/9

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Cogito - Torquato Neto

"eu sou como eu sou
pronome
pessoal intransferível
do homem qu iniciei
na medida do impossível
(...)"

sábado, 3 de novembro de 2012

caixa sifonada fotos

Reparo realizado em caixa sifonada do meu apartamento (foi só trocar o tampão de PVC).




quinta-feira, 1 de novembro de 2012

"Escrevo para aliviar o coração"

Quando minha namorada terminou comigo e eu comecei a ter crises de ansiedade, passei a escrever um diário, feito à mão,  caneta e papel. Meu analista gostou da idéia e pelo meu discurso disse que a ex-namorada, com quem continuava ficando e tentava reatar, também deveria estar fazendo o mesmo, isto é, escrevendo um diário.

E foi com este intuito que, com muito carinho, na composição de seu presente de aniversário (várias coisas), comprei um pequeno caderno de capa preta com detalhes brancos e uma boa caneta, para que ela pudesse escrever e pensar sobre a sua vida.

Mas era tarde demais, ela já saia com outro ao mesmo tempo. Ao encontrar com ela 1 mês depois para trocar os presentes, eu "nada" ganhei... Só perdi...

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Pablo Neruda

Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.

A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

*retirado do facebook da Tatiana

domingo, 28 de outubro de 2012

"Sigo escrevendo  esta  emoção 
louca  tentando  despistar  que não sou louco  e  chorando  digo: 
gente  não sou louco,  sou músico,  engenheiro do DER e do mundo, 
viajante...,  sou oficial reserva do exército do meu país, sou do 
interior tenho procedência e endereços certos." - meu pai

Não sou louco, sem mais.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Há pouco mais de 1 ano, tive meu carro arrombado pela terceira vez perto de onde trabalho. Foi durante o dia, mas sobre um grande temporal que deixou a cidade parecendo um cenário de guerra devido as árvores e postes que foram ao chão. Desta vez, o meliante roubou a minha bolsa de academia (com tennis e etc) e um cantil. Talvez, devido ao aborrecimento, voltava para casa certamente meio entristecido, após sair do prédio da minha ex-namorada no Coreu. Na última curva perto de casa, meu carro, um Celta ano 2001 que me acompanha há mais de 8 anos, escorregou na lama depositada pela grande chuva na curva. Foi um momento de grande sufoco e adrenalina. O freio do carro de nada adiantava. O carro simplesmente dançava sobre a rodovia. Com muito custo, consegui algum controle sobre o veículo, mas acabei batendo de lado naquelas barreiras de concreto que dividem a pista. Foi de leve, não quebrou os faróis como imaginei que fosse ocorrer, mas o para-choque foi danificado totalmente devido ao esforço cisalhante.

Quando tenho um problema, gosto de resolver o mais rápido possível. É uma maneira de diminuir a ansiedade, pois vemos as coisas se resolvendo e é assim que tenho conduzido a vida, desde que meu pai morreu e eu assumi as várias responsabilidades por ele deixadas.

No entanto, somente agora, mais de um ano depois tive tempo, dinheiro e principalmente tranquilidade para deixar o carro numa oficina para arrumar o parachoque, paralamas e a porta que ficou muito danificada após o roubo.

A vida segue.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

"- Mas por que não pode amar a todos nós?
- Não há bastante de mim para isso."

Diálogo entre Toni e Jung. "Um mundo transparente" - Morris West

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O sapo e o escorpião

O sapo e o escorpião  - Sobre a maldade e a ingratidão

Certa vez, após uma enchente, um escorpião, querendo passar ao outro lado do rio, aproximou-se de um sapo que estava à beira e fez-lhe um pedido:
"Sapinho, você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?"
O sapo respondeu:
"Só se eu fosse tolo! Você vai me picar, eu vou ficar paralisado e morrer."
Mas o escorpião retrucou, dizendo:
"Isso é ridículo! Eu não pagaria o bem com o mal."
E o sapo sempre se negando a levá-lo. E tanto insistiu o escorpião que o sapo, de boa-fé, confiando na lógica do aracnídeo peçonhento, concordou. Levou o escorpião nas costas, enquanto nadava para atravessar o rio. No meio do rio, o escorpião cravou seu ferrão no sapo.
Atingido pelo veneno, já chegando à margem do rio, moribundo, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou:
"Por que você fez isso comigo, escorpião ? Qual o porquê dessa sua maldade ? Diga-me. Por quê ?"
E o escorpião respondeu:
"Não sei... Sabe, não sei mesmo !!! Talvez porque eu seja um escorpião e essa é a minha natureza..."

Retirado do site, onde há também a versão em espanhol:
http://www.fabulasecontos.com.br/?pg=descricao&id=106