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domingo, 7 de maio de 2017

"Ao sair do sufoco o pai refletiu:

Com certeza,
a liberdade e a poesia
a gente aprende com as crianças. 

E ficou sendo

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Sonho de último dia de carnaval

Tive um sonho curioso nesta última noite: voltava do bloco com 2 relógios no meu pulso esquerdo. Um era um velho relógio Cássio do meu pai, o outra era novo, bonito e tinha um design mais moderno, nas cores preto e alaranjado. Inicialmente, senti-me ridículo por estar usando 2 relógios e questionei-me o porquê de sair de casa assim. Mas logo lembrei e dei falta do meu relógio atual e bêbado supus que havia feito alguma troca durante o carnaval. Senti-me aborrecido, sentimento que passou quando eu descobri que o meu relógio atual estava na verdade no meu bolso.

O carnaval acabou. Obrigado a todos envolvidos!

sábado, 15 de junho de 2013

meu pai, um exemplo p/ mim!

"*31/10/92*

Inicio hoje um diário com o objetivo de registrar
minhas memorias, meus trabalhos. Talvez de cara me veja como uma
pessoa que se experimentou em excesso, que correu e dispendeu
energia aleatoriamente. A certeza e a incerteza sempre me
acompanharam. Quis ver o mundo e vi que é impossível. É doloroso
se fazer homem, pessoa, ser, gente é doloroso ser. E é alegre
ainda.

O que é o amor se às vezes para mim, falta, deveria ser
completo, sem falhas, sem faltas. Não é assim.
Não me sinto culpado, me sinto inocente e me sinto atacado. Tenho
medo da liberdade, preciso me libertar, é duro conviver com a
liberdade, estou oprimido.
A profissão me chama de longe e de perto. Estou carregando que
culpa ? Quem sou eu ? Estou na vocação certa ? Sou um bom
profissional ? O Deus, quem sou eu ?
Tenho medos atualmente, parece-me que nunca os tinha tido, mas
ainda sobra-me coragem e aqui tento reagir.
Quando vou a um novo trabalho como hoje, falo para dar ao meu
cliente sensação de bom atendimento, competência e experiência e
me perco às vezes em prolixidade, já me falaram, já notei.

Tenho tido medo de perder a minha amada."

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sonhei que estava almoçando num restaurante argentino com meu pai. O prato era uma massa c/ queijo, aspargos, castanhas e grão de bico. Meu pai não achou a comida nada demais e criticava como usual. O restaurante ficava numa praça aqui em Belo Horizonte - mas que não existe - repleta de árvores altas e uma catedral gótica, ainda incompleta. Na praça havia também uma loja de souvenirs da catedral. Estava preocupado porque não queria atrasar, pois logo em seguida, toda a família viajaria p/ a praia em Vitória. Também estava preocupado com o estado do carro, o Escort, e perguntava se não era melhor irmos no gol da Rachel ou não viajarmos de noite. Antes de ir ao restaurante, comprei na loja de souvenir uma pantera em miniatura p/ dar de presente a Neide em Vitória. A pantera era de gesso, pintada, tinha us 15cms, fiquei muito feliz pelo preço bom e era cópia de panteras que rodeavam a catedral gótica, projetada por algum arquiteto europeu. Na loja encontrei c/ o amigo Marcelo Henriques e outro amigo o Marco Aurélio, mas não pude conversar muito com eles por causa do horário.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Na última vez que fui a praia, mostrei a minha mãe o diário do meu pai: http://cesaraugustus.blogspot.com.br/2010/05/trechos-do-diario-de-cesar-1992-1995.html

Achei que ela não fosse resistir, mas minha mãe é forte! Acredito que foi bom para ela, ver um pouco do outro lado da pessoa... Costumo dizer que meu pai e minha mãe foram feitos um para o outro e que tinha tudo para o casamento dar certo, pelo resto da vida. Tudo não, faltou maturidade de ambas as partes...

domingo, 28 de outubro de 2012

"Sigo escrevendo  esta  emoção 
louca  tentando  despistar  que não sou louco  e  chorando  digo: 
gente  não sou louco,  sou músico,  engenheiro do DER e do mundo, 
viajante...,  sou oficial reserva do exército do meu país, sou do 
interior tenho procedência e endereços certos." - meu pai

Não sou louco, sem mais.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Pensamento

O número do meu CREA-MG é 95570. O CREA do papai era 12411. Em 33 anos, o número de engenheiros, arquitetos e agrônomos no estado aumentou quase que uma ordem de grandeza.

quinta-feira, 15 de junho de 2006

A vida verdadeira

Pois aqui está a minha vida.
Pronta para ser usada.

Vida que não guarda
nem se esquiva, assustada.
Vida sempre a serviço
da vida.
Para servir ao que vale
a pena e o preço do amor

Ainda que o gesto me doa,
não encolho a mão: avanço
levando um ramo de sol.
Mesmo enrolada de pó,
dentro da noite mais fria,
a vida que vai comigo
é fogo:
está sempre acesa.

Thiago de Mello

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As camisas em homenagem ao meu pai ficaram prontas. Vejam como ficou a arte da frente. Coloco tb a foto original (que ele mesmo revelou) para comparação.













Na parte de trás, coloquei as primeiras estrofes do poema replicado acima. Quando vi este poema no livro, achei-o a cara do meu pai.

Agora é só distribuir p/ a turma de amigos dele!

quarta-feira, 1 de março de 2006

Carnaval

Meu carnaval foi em Guarapari - ES. Lá, o programa geral foi ir à praia, almoçar os pratos fabulosos que minha mãe faz, dormir e sonhar. Bom para dar uma sintonizada geral!

Na última vez que estive lá, em setembro de 2003, minha avó perguntou como andavam as coisas se referindo a falta de grana e desorganização de meu pai. E eu lhe respondi: "As coisas chegaram no fundo do poço...". Mal sabia eu que o fundo do poço ainda viria meses depois... O sentimento é mais ou menos assim: caso eu passe a marcar os piores dias da vida, acho que sempre aparecerá um dia que supere o "top one".