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domingo, 27 de dezembro de 2020

Gabriel, 7 anos, minutos após receber o presente de Natal na porta de casa, não deixou de observar que o papel que os embrulhava o seu presente e o do irmão era igual aos que embrulhavam o restante dos presentes, adquiridos por sua mãe, na árvore. 

Mais uns minutos, creio que observaria também que a letra do Papai Noel no nome do embrulho era igual a letra da sua mãe.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

feliz natal e próspero 2014

O tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará

 Mario Quintana

domingo, 15 de dezembro de 2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Cartinha de presente de Natal da minha cunhadinha Tati Crush *_*
Ela foi uma das pessoas que mais me apoiou em 2012 e sem dúvida a que mais me compreendeu e compreende até hoje.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

(...) quem chora no cinema ao ver o reencontro de pai e filho; (...)
quem se ri das próprias rugas; (...)
quem procura na cidade os traços da cidade que passou; (...)
quem diz a uma visita pouco familiar: Meu pai só gostava desta cadeira; (...)
quem se lembra todos os dias do amigo morto;
quem jamais negligencia os ritos da amizade;
quem, não tendo o hábito de beber, liga o telefone internacional no segundo uísque a fim de conversar com amigo ou amiga;
quem passa mais de dez minutos a fazer mágicas para as crianças;
quem guarda as cartas do noivado com uma fita;
quem sabe construir uma boa fogueira;
quem não se acanha de achar o pôr-do-sol uma perfeição;
quem se desata em sorriso à visão de uma cascata ;
quem visita sozinho os lugares onde já foi feliz ou infeliz;
quem sente pena da pessoa amada e não sabe explicar o motivo;
todos eles são presidiários da ternura e andarão por toda a parte acorrentados, atados aos pequenos amores da armadilha terrestre.

O texto do Paulo Mendes Campos são meus votos de feliz Natal e próspero ano novo!